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Algumas noites merecem um post.
Talvez porque é a maneira mais simples de registrar momentos que, por certo, irão se perder com o tempo, se misturando com outras, futuras ou já vividas.
Ou talvez para dar vazão a esse sentimento estranho que me acordou hoje - com um sorriso no rosto que não quer me deixar...
Algumas noites nos trazem gratas surpresas, capazes de transformar até os piores prognósticos em admiráveis finais felizes.
Algumas noites... é, grande noite.
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18 de julho de 2009
17 de julho de 2009
consciência [?]
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um dia eu ainda aprendo a não usar os outros para satisfazer os meus caprichos.
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um dia eu ainda aprendo a não usar os outros para satisfazer os meus caprichos.
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15 de julho de 2009
e desde quando precisa fazer sentido?
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Instável. Meu humor, meus desejos, meus medos, meus sonhos... A cada dia, sentimentos - confusos, intensos e volúveis. Esse embate eterno entre meus valores e minhas vontades...
Mudei o perfil do orkut umas quatro vezes ontem à noite. E por fim, não consegui encontrar canção adequada ao 'quem sou eu'. Deixei em branco. O vazio é amostra do excesso. Tantas coisas não cabem em uma só.
Nas últimas semanas, perdi a conta de quantos posts escrevi e não publiquei. Me canso rápido do que escrevo: do início ao último ponto, tantas coisas já mudaram e eu não mais me reconheço naquilo que escrevi. Apago, deleto. E começo de novo, tentando transformar em prosa impressões borradas do momento fugaz...
No entanto, agradeço. Me agrada o excesso. Vida nunca é demais. Experiências, sensações, decepções - pulsando. O amanhã, incerto, me atrai. E então me entrego, braços abertos para abraçar o mundo. E me perco em mim. Meus pensamentos, confusos, rápidos. Planos, frases feitas. Música, música, música...
Saudade.
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Instável. Meu humor, meus desejos, meus medos, meus sonhos... A cada dia, sentimentos - confusos, intensos e volúveis. Esse embate eterno entre meus valores e minhas vontades...
Mudei o perfil do orkut umas quatro vezes ontem à noite. E por fim, não consegui encontrar canção adequada ao 'quem sou eu'. Deixei em branco. O vazio é amostra do excesso. Tantas coisas não cabem em uma só.
Nas últimas semanas, perdi a conta de quantos posts escrevi e não publiquei. Me canso rápido do que escrevo: do início ao último ponto, tantas coisas já mudaram e eu não mais me reconheço naquilo que escrevi. Apago, deleto. E começo de novo, tentando transformar em prosa impressões borradas do momento fugaz...
No entanto, agradeço. Me agrada o excesso. Vida nunca é demais. Experiências, sensações, decepções - pulsando. O amanhã, incerto, me atrai. E então me entrego, braços abertos para abraçar o mundo. E me perco em mim. Meus pensamentos, confusos, rápidos. Planos, frases feitas. Música, música, música...
Saudade.
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10 de julho de 2009
growing
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msn, 2 da manhã.
Bisteka: você num vale nada, hein?!
Patricia: o problema é que nem todo mundo sabe lidar com o excesso de liberdade repentino... e não é assim tbm. algum valor eu tenho!
Bisteka: mas você aprende a lidar com isso... não é tão difícil assim! e é claro que tem seu valor... um golinho só... mas tem!
Patricia: tô começando a acreditar nessa historia de não valer nada. sem drama. tô mesmo.
Bisteka: tô brincando com você, viu?! você aprende! é só saber diferenciar algumas coisas.
Patricia: por exemplo?
Bisteka: às vezes você é um pouco ingênua... com um tantinho de malicia também! mas o equilíbrio você alcança conforme o tempo passa...
Patricia: como assim? isso lá é possível? ingenuidade com malícia?
Bisteka: seria o perfeito! todo homem quer uma mulher assim!
Patricia: ahh, mas é coisa da idade eu acho. pensa, eu tenho 19 anos. sou muito mais criança do que mulher.
Bisteka: às vezes é mais mulher do que criança.
Patricia: entendi.
Bisteka: e ser mulher não é ser necessariamente séria, sem brincar! mas acho que você não precisa se preocupar com isso. só não deixe de ser você mesma! isso é a tal maturidade pela qual você está passando agora...
e ele tem toda a razão.
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msn, 2 da manhã.
Bisteka: você num vale nada, hein?!
Patricia: o problema é que nem todo mundo sabe lidar com o excesso de liberdade repentino... e não é assim tbm. algum valor eu tenho!
Bisteka: mas você aprende a lidar com isso... não é tão difícil assim! e é claro que tem seu valor... um golinho só... mas tem!
Patricia: tô começando a acreditar nessa historia de não valer nada. sem drama. tô mesmo.
Bisteka: tô brincando com você, viu?! você aprende! é só saber diferenciar algumas coisas.
Patricia: por exemplo?
Bisteka: às vezes você é um pouco ingênua... com um tantinho de malicia também! mas o equilíbrio você alcança conforme o tempo passa...
Patricia: como assim? isso lá é possível? ingenuidade com malícia?
Bisteka: seria o perfeito! todo homem quer uma mulher assim!
Patricia: ahh, mas é coisa da idade eu acho. pensa, eu tenho 19 anos. sou muito mais criança do que mulher.
Bisteka: às vezes é mais mulher do que criança.
Patricia: entendi.
Bisteka: e ser mulher não é ser necessariamente séria, sem brincar! mas acho que você não precisa se preocupar com isso. só não deixe de ser você mesma! isso é a tal maturidade pela qual você está passando agora...
e ele tem toda a razão.
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8 de julho de 2009
petit chanson
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♪ E pelo visto,
vou te inserir na minha paisagem
e você vai me ensinar as suas verdades... ♪
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♪ E pelo visto,
vou te inserir na minha paisagem
e você vai me ensinar as suas verdades... ♪
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28 de junho de 2009
DR
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E ontem eu aprendi que a vida tem que ser como propaganda da Avon:a gente conversa, a gente se entende.
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E ontem eu aprendi que a vida tem que ser como propaganda da Avon:a gente conversa, a gente se entende.
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21 de junho de 2009
hello stranger
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♪ Well stranger, I know nothing. I better take a time at this time. I know you said, but I’m sorry. I want to work it out. All my friends are also your friends. And that makes you less a stranger. And your name, I’ve hearded it somewhere, but I still want to work it out. With all do respect, your kisses make me mad. But don’t worry, I’ll keep my eyes on you. Why is this so weird, I feel I’ve known you for years. You can sleep, I’ll just keep my eyes on you. I’m already glad that I met you. I like to see life from your eyes. Doesn’t matter what awaits us. I will deal with that surprise. Even though I know you have a lot in your mind, the future, the pass and the planes you might fly. I just want to tell you, that this love is true. You’re a stranger, but you’re mine. ♪
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♪ Well stranger, I know nothing. I better take a time at this time. I know you said, but I’m sorry. I want to work it out. All my friends are also your friends. And that makes you less a stranger. And your name, I’ve hearded it somewhere, but I still want to work it out. With all do respect, your kisses make me mad. But don’t worry, I’ll keep my eyes on you. Why is this so weird, I feel I’ve known you for years. You can sleep, I’ll just keep my eyes on you. I’m already glad that I met you. I like to see life from your eyes. Doesn’t matter what awaits us. I will deal with that surprise. Even though I know you have a lot in your mind, the future, the pass and the planes you might fly. I just want to tell you, that this love is true. You’re a stranger, but you’re mine. ♪
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14 de junho de 2009
enxugando gelo
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E eu desenvolvi uma paixão quase obsessiva por ‘Tudo o que sólido pode derreter’.
Talvez seja apenas mais uma das minhas fases, em que eu me torno fã incondicional e depois abandono as velhas paixões, substituindo-as por algum novo ‘achado’.
Mas o Tudo foi, de fato, um achado. Eu não tenho tido tempo para assistir tv, mas o hábito de ligar o aparelho assim que chego em casa – talvez para aplacar a dilacerante sensação de estar sozinha – me trouxe essa grata surpresa. Na verdade, posso dizer fui fisgada pela música absolutamente singular que emanava daquela caixinha. Poderia até afirmar que foi ao ouvir os primeiros versos de ‘As Coisas’ que eu me apaixonei.
Me apaixonei pela fotografia. Os tons de cinza e essa atmosfera ‘autumn in London’, combinando com a pele branco-nuvem do João Felipe, numa sinergia quase etérea. Me apaixonei pelos diálogos, pelas reflexões da Thereza e pelas passagens literárias, que na verdade são o viés de toda a história.
Mas, sobretudo, me apaixonei pela trilha sonora. Indie, em essência. Intimista e magistralmente arranjada, mostrando que o minimalismo musical é, quando bem executado, um mérito. Me apaixonei por aquela batidinha que entra pelos ouvidos e preenche a alma com uma sensação boa, reconfortante, me fazendo esquecer, por alguns segundos, do (louco) mundo lá fora. Quase um entorpecente.
Me apaixonei por Tiê e Sweet Jardim ‘e cada um por si, na sua própria bolha de ar’.
Me apaixonei por Vinicius Calderoni e ‘olhos tão repletos de te desejar’.
Me apaixonei por Érika Machado e ‘as coisas querem ser coisas que na verdade não são’ que eu canto compulsivamente há algumas semanas...
Talvez a paixão se arrefeça com o fim a temporada. Talvez eu pare de cantarolar o lalarálaiarará de Chá Verde. Talvez eu pare de procurar provas irrefutáveis de que o Marcos gosta da Thereza. Talvez eu pare de achar que o João Felipe é a cara do Edward.
E quando isso acontecer, será a prova de que – com o perdão do trocadilho – tudo o que é sólido pode derreter.
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E eu desenvolvi uma paixão quase obsessiva por ‘Tudo o que sólido pode derreter’.
Talvez seja apenas mais uma das minhas fases, em que eu me torno fã incondicional e depois abandono as velhas paixões, substituindo-as por algum novo ‘achado’.
Mas o Tudo foi, de fato, um achado. Eu não tenho tido tempo para assistir tv, mas o hábito de ligar o aparelho assim que chego em casa – talvez para aplacar a dilacerante sensação de estar sozinha – me trouxe essa grata surpresa. Na verdade, posso dizer fui fisgada pela música absolutamente singular que emanava daquela caixinha. Poderia até afirmar que foi ao ouvir os primeiros versos de ‘As Coisas’ que eu me apaixonei.
Me apaixonei pela fotografia. Os tons de cinza e essa atmosfera ‘autumn in London’, combinando com a pele branco-nuvem do João Felipe, numa sinergia quase etérea. Me apaixonei pelos diálogos, pelas reflexões da Thereza e pelas passagens literárias, que na verdade são o viés de toda a história.
Mas, sobretudo, me apaixonei pela trilha sonora. Indie, em essência. Intimista e magistralmente arranjada, mostrando que o minimalismo musical é, quando bem executado, um mérito. Me apaixonei por aquela batidinha que entra pelos ouvidos e preenche a alma com uma sensação boa, reconfortante, me fazendo esquecer, por alguns segundos, do (louco) mundo lá fora. Quase um entorpecente.
Me apaixonei por Tiê e Sweet Jardim ‘e cada um por si, na sua própria bolha de ar’.
Me apaixonei por Vinicius Calderoni e ‘olhos tão repletos de te desejar’.
Me apaixonei por Érika Machado e ‘as coisas querem ser coisas que na verdade não são’ que eu canto compulsivamente há algumas semanas...
Talvez a paixão se arrefeça com o fim a temporada. Talvez eu pare de cantarolar o lalarálaiarará de Chá Verde. Talvez eu pare de procurar provas irrefutáveis de que o Marcos gosta da Thereza. Talvez eu pare de achar que o João Felipe é a cara do Edward.
E quando isso acontecer, será a prova de que – com o perdão do trocadilho – tudo o que é sólido pode derreter.
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11 de junho de 2009
debelatum est
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♪ Me despeço dessa história e concluo:
a gente segue a direção que
o nosso próprio coração mandar.
E foi pra lá, e foi pra lá... ♪
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♪ Me despeço dessa história e concluo:
a gente segue a direção que
o nosso próprio coração mandar.
E foi pra lá, e foi pra lá... ♪
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hermanos
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